Apresentação
Antes de mais e de menos, começo por te agradecer amigo Zé da Pua, por este convite tão a propósito. Táva numa altura de paragem de escrita. Bom, só espero estar à altura e ao comprimento para suportar o peso deste fardo de palha. Começo com uns piquenos apontamentos desgarrados:
Meu Deus! Eu nem acredito no que li! A notícia rezava assim: “ os 250 Inspectores do S.E.F. (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) que acabaram o estágio em Abril de 2005 continuam (coitaditos) a receber menos de 900 € por mês (sem mexerem uma palha). Fez-se entretanto um jantar para estudar formas de luta. Formas de luta para quê? Para ganhar mais e fazer ainda menos? Sei de tantos Licenciados que estão desempregados e o Governo paga-lhes o mesmo que zero. Realmente há lutas e lutas. Esta é uma luta de chulos...
Esta última semana foi muito atarefada para mim. Porquê? Porque foi divulgada uma lista que os E.U.A. têm com cerca de 325 mil suspeitos de Terrorismo Internacional. Vai daí comecei a matutar se eu não estaria nessa lista. Tive de me convencer que a humildade é para ser levada a sério e que não me devo envaidecer por eventualmente estar numa lista internacional (leia-se norte-americana). Mas acabei por me aperceber que se estivesse na lista era persona importante e não apenas o Manel Montanelas nascido e criado no Monte do Nã Faz Nada...
Ester Mcznik, vice-presidente da Comunidade Judaica em Lisboa considerou “vergonhosas as declarações do Embaixador do Irão em Lisboa acerca do Holocausto. A Senhora disse que não conhece nenhum embaixador na Europa que se tenha pronunciado desta forma”. Olhe minha querida Dama é porque a Senhora não conhece o nosso querido Ministro dos Negócios Estrangeiros, o digníssimo Freitas, com quem esses pequenos embaixadores Iranianos ainda têm muito a aprender acerca do Holocausto.
No entanto, deixe-me esclarecê-la acerca de um ponto, o supracitado Embaixador não disse que foram exterminados 6 milhões de pessoas em Auschwitz, mas sim no conjunto dos campos de Concentração (Oraniemburgo, p.ex.), de Concentração-Extermínio (Auschwitz/Birkenau/Monowitz, respectivamente, Auschwitz I, II e III) e de Extermínio (Sobibor, Maidanek, Treblinka, etc.).
Os Ingleses à semelhança daqueles de quem são autênticos fac-similes (EUA) torturaram Iranianos! Mentira! Mentira! Mentira! Isso são montagens feitas pela CIA Iraniana! Os Ingleses, um povo tão amável e bem-comportado, tão bom (só se for cozido em panela de pressão durante 48 horas) nunca fariam isso. Devem ter sido os masoquistas dos Iranianos que pediram as torturas, porque eles é que torturam e matam, nós não! Continuamos na merda do espírito anti-ecuménico das Cruzadas, nós somos os bons e eles os maus...
Perguntaram um dia a Edgar Allan Poe, grande escritor norte-americano do chamado romance gótico (de terror), se este tipo de romance era pertença de uma determinada nacionalidade (p.ex. a alemã). Poe respondeu: “O terror não pertence a um país, o terror pertence à alma humana”. Bonito e muito recreativo para as nossas criancinhas. O nosso Freitas que sabe muito mais do que esse Poe já comentou que o terror é nosso, nasceu na Dinamarca e desenvolveu-se muito em Portugal com o governo do Zé Sócrates (licenciado em Engenharia do Descanso)...
Esta última semana foi muito atarefada para mim. Porquê? Porque foi divulgada uma lista que os E.U.A. têm com cerca de 325 mil suspeitos de Terrorismo Internacional. Vai daí comecei a matutar se eu não estaria nessa lista. Tive de me convencer que a humildade é para ser levada a sério e que não me devo envaidecer por eventualmente estar numa lista internacional (leia-se norte-americana). Mas acabei por me aperceber que se estivesse na lista era persona importante e não apenas o Manel Montanelas nascido e criado no Monte do Nã Faz Nada...
Ester Mcznik, vice-presidente da Comunidade Judaica em Lisboa considerou “vergonhosas as declarações do Embaixador do Irão em Lisboa acerca do Holocausto. A Senhora disse que não conhece nenhum embaixador na Europa que se tenha pronunciado desta forma”. Olhe minha querida Dama é porque a Senhora não conhece o nosso querido Ministro dos Negócios Estrangeiros, o digníssimo Freitas, com quem esses pequenos embaixadores Iranianos ainda têm muito a aprender acerca do Holocausto.
No entanto, deixe-me esclarecê-la acerca de um ponto, o supracitado Embaixador não disse que foram exterminados 6 milhões de pessoas em Auschwitz, mas sim no conjunto dos campos de Concentração (Oraniemburgo, p.ex.), de Concentração-Extermínio (Auschwitz/Birkenau/Monowitz, respectivamente, Auschwitz I, II e III) e de Extermínio (Sobibor, Maidanek, Treblinka, etc.).
Os Ingleses à semelhança daqueles de quem são autênticos fac-similes (EUA) torturaram Iranianos! Mentira! Mentira! Mentira! Isso são montagens feitas pela CIA Iraniana! Os Ingleses, um povo tão amável e bem-comportado, tão bom (só se for cozido em panela de pressão durante 48 horas) nunca fariam isso. Devem ter sido os masoquistas dos Iranianos que pediram as torturas, porque eles é que torturam e matam, nós não! Continuamos na merda do espírito anti-ecuménico das Cruzadas, nós somos os bons e eles os maus...
Perguntaram um dia a Edgar Allan Poe, grande escritor norte-americano do chamado romance gótico (de terror), se este tipo de romance era pertença de uma determinada nacionalidade (p.ex. a alemã). Poe respondeu: “O terror não pertence a um país, o terror pertence à alma humana”. Bonito e muito recreativo para as nossas criancinhas. O nosso Freitas que sabe muito mais do que esse Poe já comentou que o terror é nosso, nasceu na Dinamarca e desenvolveu-se muito em Portugal com o governo do Zé Sócrates (licenciado em Engenharia do Descanso)...
Eu dou por mim deprimido. Afinal para que me licenciei em Direito se era para andar atrás desta manada de vacas aqui no monte? Bom, vou lendo os jornais e ouvindo as vacas e assim tenho aprendido que mais sabe uma vaca malhada do que esta política lixada.

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